quinta-feira, 11 de março de 2010

Steve Mc'Queen Collection

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A "Fly", fabricante pródigo em séries especiais, não perdeu o ensejo para, a propósito do grande actor que foi e com algumas participações automobilísticas também, para fazer uma série dedicada a esta passagem deste personagem pelo mundo automóvel desportivo, acabando afinal de contas, por passar também a fazer parte do mundo do Slot.
A sua passagem pelas "12 Horas de Sebring" em 1970, ficou aqui registada com este bonito "Porsche 908 Fluder" que veio a ocupar o segundo lugar final, sendo a primeira referência desta série, "SM1".
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A referência "SM2", foi atribuída ao singular "Porsche 908 Flunder", que teve participação activa, tanto como modelo participante na prova, como modelo participante activo da rodagem do mais famoso de todos os filmes associados ao desporto automóvel cujo título é "24 Horas de Le mans" e em que o actor é o principal protagonista.
O seu oitavo lugar final foi brilhante, mas não o suficiente para que o número mínimo de voltas exigido, fosse suficiente para se classificar. O número exagerado de vezes que este modelo teve que parar para trocar as bobinas cinematográficas, não permitiram um muito melhor desempenho deste participante.
As suigéneris protuberâncias apresentadas no modelo tanto à frente como atrás, mais não são do que os invólucros que tapavam as câmaras de filmar.
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Com a referência "SM3", a representação do modelo que participou como concorrente real na edição das "24 Horas de Le Mans" de 1970 e que funcionou também como carro do protagonista principal do filme com o mesmo nome, o do próprio "Steve Mc'Queen".
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A última referência, a "SM4", corresponde a um modelo já mais recente, um "Porsche 911 GT1". Muito apelativo ao nível das suas cores e decoração, apresenta no capôt da frente uma representação/homenagem, ao piloto/actor. Como aspecto particularmente ímpar, estão os três capacetes dos pilotos que se sentaram ao volante desta máquina na edição de "Daytona" em 2003..

Porsche 936 - Uma referência

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A "Porsche" desde os anos 50 do século passado que aposta com alguma seriedade em participações na clássica Francesa das "24 Horas de Le mans". Por várias etapas de desenvolvimento dos seus modelos tem passado e conseguiu através do seu modelo "917" a sua primeira glória absoluta. Mas as séries agora aqui retratadas dizem respeito à sigla "936". Este dígito de três algarismos que se iniciou no ano de 1976 e perdurou até 1981, conseguiu arrebatar três vitórias absolutas nessa mesma prova. A sua estreia nesta clássica ocorreu justamente em 1976 conseguindo de imediato a vitória, através do modelo que tomou a designação "936" seguido de "76", correspondente ao ano em causa. Assim, chamou-se então, "Porsche 936/76".Tendo este modelo sido tardiamente reproduzido como modelo de colecção, quando aconteceu através do fabricante português "Troféu", foi de imediato seguido por outra referência mundial, a "Minichamps". Daí a ter saltado para o Slot, foi um instantinho. A "Spirit" deitou mãos-à-obra e ofereceu-nos este modelo que ao nível da marca "Porsche" tem um indiscutível significado.A sua qualidade geral é muito interessante, ficando para maior crítica, a representação das suas jantes. Dinâmicamente, não estará ao nível dos concorrentes clássicos da "Slot.It" por exemplo. Para tal, haverá muito a desenvolver e a alterar, como é o complicado trabalho de rebaixamento dos bronzes. Também o desenho da sua carroçaria com uma longa cauda, ajudará bastante a um desempenho menos conseguido.
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Em 1977, a "Porsche" apresenta o primeiro desenvolvimento deste modelo, atribuindo-lhe a designação de "936/77". Com esse mesmo carro, consegue através do modelo com o dorsal Nº4, nova vitória em "Le Mans".
Como já vimos num catálogo do mesmo fabricante uma ténue silhueta deste modelo, estamos em crer que mesmo estando no segredo dos deuses, deverá estar na mira da "Spirit" trazê-lo mais dia menos dia, para preencher um lugar no Slot.
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Não tendo a "Porsche" parado o seu desenvolvimento, este foi tomando sucessivas designações e acumulando alguns desaires na clássica francesa, vindo a chamar-se sucessivamente "936/78", "936/79"... até que em 1981, já com a designação de "936/81", consegue a última vitória sob esta designação "936".Também aqui a "Spirit" deitou já mão e reproduziu esta última glória dum "Porsche 936". Já sem as cores iniciais da "Martini", este que mais ficou conhecido por "Jules" justamente por ser o seu principal patrocinador, é também uma belíssima peça para o mundo do Slot. De proporções muito próximas do real, apontarei como principal defeito a pouca profundidade que as tomadas de ar laterais apresentam.Dinâmicamente é que passa a ser um pouco mais complicado pôr esta bela máquina competitiva. De traseira exageradamente alongada, tal como o modelo verdadeiro que disso tirava partido nas longas restas de "Le Mans", passa a ser em termos de Slot, um verdadeiro problema. Não inviabiliza que se passe à prática pelo prazer de o ver rolar no meio de outras deliciosas máquinas, mas se pensa que poderá ganhar provas, bom, será um verdadeiro sonho.
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Apanhados.

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Pois, desta vez a imagem disponibilizada é a dos "meninios" que costumam fazer a recolha das inúmeras imagens que vão aparecendo neste e no Blog "Slot & Go", do amigalhaço José Pedro. .

Uma relíquia

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"RX 5001" é a motorização que equipa este "Alpine Renault A441", curiosamente apelidado de "2000 Turbo" pela "Scalextric/SCX".
Esta motorização verdadeiramente intemporal e de guerra, era uma das coqueluche da sua época.
O modelo deste fabricante, foi também um cavalo-de-batalha da época de 70, daqueles que faziam parte das máquinas a bater por parte dos que constituíam o núcleo dos poucos verdadeiros aficionados que teimosamente faziam questão de não deixar cair o entusiasmo pela modalidade.
Alguns desses modelos protagonistas de verdadeiras e apoteóticas guerras do Slot, teimaram também em resistir ao tempo e fazer-se chegar aos nossos dia. O estado já não é o melhor, existindo algumas arestas já deformadas pelo tempo em que as lutas na pista já eram levadas a sério.
As listas vermelhas que faziam parte da sua decoração não resistiram ao tempo, mas do que sobra no geral, ainda é uma extraordinária recordação.
Jantes e pneus, são coisas que dificilmente resistiam ao excesso de utilização, já que os acessórios suplentes, eram inexistentes.Os motores, esses, hoje absolutamente desactualizados, na sua época eram simplesmente fabulosos..

terça-feira, 9 de março de 2010

As máquinas "M PowerSlide Team"

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A "M Power Slide Team", é uma equipa vocacionada para os ralis, formada por dois carolas amantes destas coisas. António Morgado deu o pontapé de saída e lá vai disto, o Rui Mota também faz daqui parte.
Foi mesmo assim, fui literalmente raptado para este Team, cuja principal premissa segundo o tutor, é que no nome exista um "M". Morgado, Mota, .... está bem....
Contudo, em cada uma das provas, este Team integra um piloto convidado. Desta vez calhou em sorte, António Maia. O chefe da "Squadra" é António Morgado.
Nesta última participação no "Rali Rota dos Vinhos Verdes", António Morgado apostou para os "WRC", como aliás o fez em anteriores provas, no "Fiat Punto" do fabricante "NSR", ao qual adaptou com alguma dificuldade tracção integral por polie e correia de transmissão. A motorização é da mesma marca, o "King 21 EVO".
Embora este piloto tivesse abandonado a prova antes do término por razões pessoais, enquanto em prova este modelo continuou a demonstrar as mesmas deficiências já anteriormente observadas. Como o eixo da frente mostra pouco curso vertical aliado a um modelo extremamente baixo, as pequenas deformações da pista, passam a constituir grandes obstáculos para esta pequena bomba. E como os troços normalmente apresentam várias destas deformidades, parece que há ainda algum trabalho a percorrer, até que se comece a mostrar por parte desta aposta, alguma apetência para este tipo de terrenos.
O pequenito "Volkswagen Polo" da "Power Slot" foi a escolha deste mesmo piloto para os "N-GT".Tendo optado pela utilização do chassis standard da primeira série, a preparação passou pela selecção de algum equipamento "Slot.It". As jantes e pneus eram no entanto oriundos do "Citroën Xsara" da "SCX". Também aqui ouve alguma dificuldade em se conseguir intrometer na luta pelos lugares cimeiros, já que o desempenho entre os modelos que se mostraram "Top", estava bastante elevado.
Rui Mota, o segundo piloto deste "Team", é que teve um pouco mais de sorte, pois não sendo os ralis os seu meio por eleição e não apresentando grande material apropriado para estas andanças, acabou por se valer do "Porsche 911 / 997" do fabricante "NINCO", já que tinha sido esse um dos modelos por si utilizado aquando do campeonato de velocidade "N-GT". Ora aí estava. Há falta de outro, era mesmo aquele que se adaptava às necessidades. Passando a preparação apenas pela troca do motor original por um da "Avant Slot", estava a máquina preparada.
Mas a preparação que este modelo apresentava criou algumas dificuldades, já que munido de rodas de pequeno diâmetro, passou a ser um verdadeiro quebra cabeças, suplantar o salto existente no primeiro troço. A melhor maneira de o fazer, era lançado. Só que a seguir, era uma curva. E se alguns dos saltos saíram bem, outros correram francamente mal.E combater a armada dos "Nissan 350Z" bastante superiores, garanto-vos que me obrigou a grande afinco e bastante sorte. Correu bastante melhor do que a minha das melhores expectativas poderia imaginar. E continuo a achar que o segundo lugar na classe, só pode ter caído mesmo, do céu.E para os "WRC", a escolha continuou a ser o "Citroën Xsara" da "SCX". Com ele já havia conseguido um resultado interessante. Para esta prova, a opção do motor acabou por recair também num belíssimo motor da "Avant Slot", apropriado para este fabricante. Os pneus da "PKS" eram a continuidade do trabalho que vinha desenvolvendo.Mas o motor utilizado trouxe duas dificuldades acrescidas. Uma era não caber no carro com o interior de origem e como a carroçaria era emprestada, não me atreví à sua substituição, por razões óbvias. A segunda questão, prendia-se com o facto deste ficar abaixo do nível do chassis. E mais uma vez, era o salto a criar as maiores dificuldades, pois ficava várias vezes pendurado no topo da rampa, sem conseguir pousar as rodas.
Como a carroçaria ficava também muito elevada, o carro acabava por ter um desempenho desagradável, inconstante e nada fiável.
Os modelos que ficaram por avaliar são os do António Maia.
Este participante que perdeu algumas horas caseiras a desenvolver o seu "Ferrari F 430" da "NINCO" para a classe "N-GT", ficou àquem das expectativas.
Para a próxima, o piloto convidado será o "Miguel Queirós", assim ele aceite o convite...