segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Campeonato Nascar (3)

Um pódio, com as habituais e conhecidas brincadeiras de Nuno Aguilar.

O pódio dos carros, bem mais calmo

O pugilato esgrimido dentro da pista, ............. continuou fora........

A alegria de Rui Mota, por esta desfeita conseguida ao dominador de Nascar.....

Dois aspectos gerais da pista, antes de se dar início à prova.
Em baixo, o regressado Paulo Mendes.

Nuno Aguilar, antes da prova já adivinhava a sua classificação......
A terceira prova do campeonato “Nascar” foi aquela que mais disputa pelo lugar da frente teve, levando Nuno Aguilar a ficar com os nervos em franja, obrigando-o a recorrer a cálculos extra durante o decorrer da mesma. E se na pista foi Rui Mota a levar a concorrência de vencida, foi de facto Nuno Aguilar a acumular mais uma vitória, fruto das voltas extra que vão sendo atribuídas pelo desempenho de cada piloto no decorrer de cada prova. Foi também a primeira vez que estes bónus funcionaram para decidir o vencedor, naquela que foi sem dúvida, uma prova disputadíssima e onde também Francisco Matos se impôs na pista, a Nuno Aguilar.
Pai e filho Vilas Boas, dois animadores deste campeonato.
Mas como sempre acontece, as hostilidades deram início com a prova de qualificação, a decorrer com apenas uma volta lançada e onde também uma vez mais, Nuno Aguilar se impôs com relativa facilidade e o regressado Paulo Mendes surpreendeu, estabelecendo o segundo melhor registo. Rui Mota e Francisco Matos seguiram-se-lhes e a fechar o grupo da segunda manga, um surpreendente Matos Sénior a demonstrar algum progresso de maturidade.
Na primeira manga, o clã Vilas Boas com pai e filho, este a posicionar-se uma vez mais em último, mas denotando franco progresso de prova para prova, assim como o seu pai. O rápido José Pedro tem um deslize e compromete a sua presença na segunda manga, o que veio a comprometer o seu resultado final. Paulo Oliveira com uma máquina de outras eras faz o que pode e António Maia nem sequer consegue assegurar um tempo por não se encontrar presente para a qualificação.

José Pedro, um iniciado que é já uma mais valia deste campeonato.
Matos Sénior, outro animador habitual do campeonato "Nascar"
Dado início à prova, o que de imediato ressalta à vista é o grande equilíbrio entre três dos protagonistas, sendo eles José Pedro, Filipe Vilas Boas e Paulo Oliveira, pois António Maia uma vez mais proporciona algumas cenas de autêntico “Cascadeur” o que acaba por não lhe permitir lutar directamente com os seus adversários, muito embora o seu andamento tivesse sido ao nível dos seus directos adversários, com registos por volta muito interessantes. José Pedro com um início algo atribulado, deixa a imagem de que poderia ter feito melhor, apesar de ter melhorado em algumas calhas os seus registos, quando comparados com os da prova anterior. Mas mesmo assim, ainda contabilizou mais duas voltas do que na anterior jornada, o que comprova progressos que obrigarão a cuidados acrescidos aos pilotos da frente do campeonato. Acreditamos que se este piloto tivesse garantido um lugar na segunda manga, maiores estragos teriam acontecido e outra dinâmica teria surgido, através da mais valia que este jovem piloto consegue já empreender. Mas quem conseguiu também progressos foi Filipe Vilas Boas a subir na contabilização final da prova e a impor já uma regularidade de meter respeito a alguns. A sua descida na classificação final, tal como aconteceu a José Pedro não significa que tenham piorado o respectivos desempenhos, bem pelo contrário, pois Filipe Vilas Boas somou quatro voltas ao que tinha conseguido na segunda jornada. O que não os ajudou, foi tão-somente o facto do nível generalizado ter progredido, assim como tendo surgido ainda o Paulo Mendes e o Paulo Oliveira com boas prestações. Quanto ao regressado Paulo Oliveira, fez o possível com uma máquina já desactualizada, conseguindo mesmo mais uma volta do que havia Hugo Figueiredo conseguido com o mesmo carro. Quanto ao pequenito Cristiano Vilas Boas, tem tido uma boa aprendizagem, que se tem sobretudo caracterizado pelo aumento de regularidade e paulatino ganho de maturidade. O tempo é a chave para a necessária palavra mágica “maturidade”, coisa que se ganha de fim-de-semana em fim-de-semana. Continuamos a contar contigo Cristiano, pois tens mostrado estar no bom caminho.
A segunda manga foi dura........para todos......embora a imagem dê a entender que de um concurso de TELEMÓVEIS se tratasse.......
E a segunda manga, foi mesmo de “nervos à flor da pele”. Que o diga Nuno Aguilar a ter que se bater com dois terrores que inesperadamente lhe surgiram pelo caminho, a contrariar a supremacia contabilizada nas duas primeiras jornadas. E foi um Rui Mota e um Francisco Matos perfeitamente ao ataque e à procura da liderança na prova que lhe cortaram o sossego. E enquanto estes três protagonistas se guerreavam, Paulo Mendes tentava não perder o comboio conseguindo também boas marcas e Matos Sénior deixava-se ficar ligeiramente para trás, não conseguindo o andamento da cabeça da prova. E as coisa apertavam com Rui Mota a tomar de assalto a liderança e Nuno Aguilar a ter que o seguir e defender o segundo posto de “L’enfant terrible”, que era o Francisco Matos. Pouco a pouco, Paulo Mendes perdia terreno, mas garantia o quarto posto final e Matos Sénior na contabilização final perdia o quinto lugar para o piloto da manga anterior, José Pedro. Mas para a última calha, Rui Mota tinha apenas uma volta sobre Nuno Aguilar e este, uma sobre Francisco Matos. E foi este iniciado que empreendeu um forcing final capaz de roubar na pista aquilo que viria a perder por força do regulamento, para Nuno Aguilar. Também Rui Mota que ganhou na pista esta prova, viu Nuno Aguilar ultrapassá-lo nas contas finais. E de facto bem visto ao pormenor o desempenho destes três pilotos, acabou por ser uma vez mais avassalador o desempenho de Nuno Aguilar, a somar todos os melhores tempos das calhas.
Durante a prova, presenciamos no entanto um Aguilar um pouco irregular. Será talvez, tudo uma questão de NERVOS…….

Como notas significativas teremos: Nuno Aguilar a reforçar mais uma vez a liderança, enquanto Rui Mota consolida também o segundo posto. Embora mantendo o terceiro lugar, José Pedro perde terreno bem como Matos Sénior que se mantém em quarto lugar. Francisco Matos dá um pulo para quinto e Paulo Mendes sobe para 9º da geral. O Emídio e a Raquel Peixoto, fruto de mais uma ausência, vêm-se agora na cauda da classificação.

Classificação na prova
1º - Rui Mota - 137 Voltas - 141 Voltas com os Bónus
2º - Francisco Matos - 136 Voltas - 139 Voltas com os Bonus
3º - Nuno Aguilar - 134 Voltas - 146 Voltas com os Bónus
4º - Paulo Mendes - 129 Voltas
5º - José Pedro - 124 Voltas
6º - Matos Sénior - 119 Voltas
7º - Paulo Oliveira - 119 Voltas
8º - Filipe Vilas Boas - 118
9º - António Maia - 112 Voltas
10º - Cristiano Vils Boas - 95 Voltas
Classificação no Campeonato
1º - Nuno Aguilar – 75 Pontos
2º - Rui Mota – 57 Pontos
3º - José Pedro – 45 Pontos
4º - Matos Sénior – 39 Pontos
5º - Francisco Matos – 37 Pontos
6º - Filipe Vilas Boas – 32 Pontos
7º - António Maia – 30 Pontos
8º - Cristiano Vilas Boas – 24 Pontos
9º - Paulo Mendes – 23 Pontos
10º - Paulo Oliveira – 10 Pontos
11º - Emídio Peixoto – 9 Pontos
12º - Raquel Peixoto – 6 Pontos

Os bónus de cada piloto:
Nuno Aguilar
– Maior número de voltas na calha azul – 24 Voltas. (1 Volta de Bónus)
Maior número de voltas na calha vermelha – 23 Voltas. (1 Volta de Bónus)
Maior número de voltas na calha branca – 23 Voltas. (1 Volta de Bónus)

Volta mais rápida da qualificação – (1 Volta de Bónus)
Volta mais rápida da prova – (1 Volta de Bónus)
Volta mais rápida da segunda manga – (1 Volta de Bónus)

Volta mais rápida calha azul – (1 Volta de Bónus)
Volta mais rápida calha amarela – (1 Volta de Bónus)
Volta mais rápida calha verde – (1 Volta de Bónus)
Volta mais rápida calha vermelha – (1 Volta de Bónus)
Volta mais rápida calha branca – (1 Volta de Bónus)
Volta mais rápida calha preta – (1 Volta de Bónus)
Total bonificação – 12 + 134 = 146 Voltas

Rui Mota – Maior número de voltas na calha amarela – 24 Voltas. (1 Volta de Bónus)
Maior número de voltas na calha branca – 23 Voltas. (1 Volta de Bónus)
Maior número de voltas na calha preta – 23 Voltas. (1 Volta de Bónus)

Vencedor da segunda manga – (1 Volta de Bónus)
Total bonificação – 4 + 137 = 141 Voltas

Francisco Matos – Maior número de voltas na calha verde – 23 Voltas. (1 Volta de Bónus)
Maior número de voltas na calha vermelha – 23 Voltas. (1 Volta de Bónus)
Maior número de voltas na calha branca – 23 Voltas. (1 Volta de Bónus)
Total bonificação – 3 + 136 = 139 Voltas

José Pedro – Vencedor da primeira manga – (1 Volta de Bónus)
Total bonificação – 1 + 124 = 125 Voltas

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